quarta-feira, 17 de julho de 2013

Fim do semestre!

Finalmente acabou o 3º ano que tantas dores de cabeça me deu. Sem dúvida o pior ano de sempre!

Demasiado trabalho, demasiada falta de tempo... e o facto de ter "perdido" alguns amigos também não ajudou...
Dividir uma turma em grupos de trabalho faz com que se torne quase impossível uma união dentro do curso, muitas amizades se perdem porque acabamos por, inevitavelmente, nos separar uns dos outros. Nesta linha de pensamento, mudança de grupos significa mudança de amigos. Para uns acontece e é óptimo, para aqueles a quem não acontece... ficamos deslocados da turma toda, como se não lhe pertencessemos (como é o meu caso).

Penso que quando me apercebi estava outra vez sozinha... e foi horrível. Verdadeiramente horrível.

Tão perto e tão longe

Sei que num momento tanto posso estar à tona da água como posso afundar-me de tal forma que talvez não consiga salvar-me. Uma infinidade de questões e problemas impossíveis de solucionar, dos quais dependo eternamente...

Como posso estar alegre se quem me rodeia está a sofrer tanto? Como posso ser feliz se o mal se apoderou desta casa? E os problemas todos e as tretas todas? Na maioria das vezes não sei como reagir e acabo por parecer uma tola, à espera que cheguem mais problemas, já que parecem não ter fim.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Decisões

Sim, tenho dúvidas se tomei a decisão certa. Tenho dúvidas de muita coisa... e a instabilidade do meu pensamento torna tudo mais confuso.
Gostava de voltar ao passado e sentir a necessidade de tomar a mesma decisão, sabendo à partida as suas consequências... Será que seguiria este rumo? Ou deixaria tudo como estava esperando que melhorasse, que se superassem as dificuldades?
Será que era suficiente? Que podia contentar-me?
A questão é que agora estou nesta encruzilhada e me faço as mesmas perguntas... uma e outra vez.

Darei tempo ao tempo... e só espero que no fim desse tempo ainda possa resolver as coisas como deve ser.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Tarde perfeita e noite ainda mais perfeita...
Nem sei, obrigada!

sábado, 15 de junho de 2013

Porque somos loucos


Há pessoas que entram na nossa vida da forma mais espontânea que pode existir. Pessoas que por não quererem ser nada e por não serem nada, se tornam tão especiais.

Noites da nossa existência em que queremos ser loucos, porque ser louco é ser livre e queremos ser livres. Procuramos refugiar-nos nesses momentos... deixam-nos tão boas memórias e são a história da nossa vida. Momentos marcantes, tão inocentes e tão naturais como só não pensando neles os podemos viver.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Até Quando?

Até quando estas incertezas e estas loucuras?

domingo, 2 de junho de 2013

Procura do auto-conhecimento

Nunca sabemos o que procuramos, mas sabemos que queremos sempre mais. É incerto e causa muitas dúvidas, muita confusão, muita luta. Exigimos de nós algo que não conhecemos, mas se não o procurarmos vivemos insatisfeitos, vazios, sem motivação.
E devemos entrar nessa luta? Há sempre a possibilidade de nos perdermos pelo meio e ficarmos mais desorientados do que quando começámos.
Devemos desistir da nossa felicidade e contentar-nos com o que temos?
Devemos ser conscientes que nem sempre teremos o que queremos, ou podemos nunca o encontrar. Isso não quer que se desista à partida, sem sequer tentarmos lutar por mais e melhor.

Isto é diferente de um sonho, isto é a realidade, a procura do auto-conhecimento.

Penso que, muitas vezes, ao irmos encontrando um pouco do que procuramos, vamo-nos compreendendo também. Crescemos porque passamos a ter consciência de muita coisa que tínhamos para dar e não sabíamos ser possível.

Getting Better?

Muitas vezes estamos presos àquilo que é socialmente aceite para nos integrarmos na turma, nos grupos de amigos,etc. Achamos que nos aceitam de qualquer forma, mas ao fugirmos do que é "correcto", corremos o risco de perder amizades e de sermos olhados de lado.
Não gosto de ser julgada e muito menos que me ponham de parte... aceitei muitas coisas que eles fizeram e fiquei do lado deles. A questão é eu sentir que eles estão lá para mim, mesmo quando me dá para fazer loucuras.
Cansei-me disso, do socialmente aceite. Quero aproveitar ao máximo as oportunidades que a vida me dá, senão ela não vale a pena.

Sinto-me a renascer aos poucos... e sabe bem.
Não vou deixar-me cair novamente, não vou!