Os pensamentos ficam turvos quando tudo é incerto. Esta é a incerteza que mais temo e que mais me aflige: a possibilidade de chumbar na discussão de estágio e ter que fazer tudo outra vez.
Custou-me demasiado e esforcei-me demasiado para em meia hora acabar tudo... E eu sem saber nada, parece tudo um nó gigantesco dentro da minha cabeça. Só me apetece chorar!
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Voar
Sabes? Hoje apeteceu-me voar.
Ia apanhar o metro no Oriente até à Alameda e só tinha vontade de fazer o percurso contrário até ao aeroporto. Comprar um bilhete para um lugar qualquer, desde que fosse para longe daqui.
Sempre aquela vontade de partir. Aquele impulso da viagem e da partida à descoberta. Cada vez me sinto mais próxima de cometer loucuras, de simplesmente ir sem saber com o que contar.
Não é isto que quero para a minha vida.
(Vida? Dizem que não tenho vida. Que se lixem!)
Ia apanhar o metro no Oriente até à Alameda e só tinha vontade de fazer o percurso contrário até ao aeroporto. Comprar um bilhete para um lugar qualquer, desde que fosse para longe daqui.
Sempre aquela vontade de partir. Aquele impulso da viagem e da partida à descoberta. Cada vez me sinto mais próxima de cometer loucuras, de simplesmente ir sem saber com o que contar.
Não é isto que quero para a minha vida.
(Vida? Dizem que não tenho vida. Que se lixem!)
domingo, 4 de maio de 2014
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Costumava ficar a pensar na vida, naquilo que fiz de bom e de mau, naquilo que tinha que melhorar. Procurava nestes momentos uma motivação, uma força de vontade que me levava a lutar pelo que queria. Agora tornou-se indiferente porque estou cansada de me esforçar para nada! Não chego a lado nenhum nem saio do mesmo sítio, quer me esforce, quer não.
A casa está menos limpa e arrumada e os trabalhos/estudos são deixados para depois, quando não houver outra alternativa senão fazê-los. Fico horas e horas entretida no meu computador, ligada a uma vida qualquer que não deve ser a minha, conversando com pessoas com quem nunca estou pessoalmente e que de um momento para o outro, podem desaparecer. Esses são os meus momentos felizes.
Penso que me estou a fechar para o mundo. Sempre tive tendência a isso mas desta vez deveria ser diferente... não sei. Parece que nada encaixa naquilo que considero a felicidade ou algo que se assemelhe a isso. Precisava de sentir que o meu trabalho, os meus amigos, os meus sonhos, algo me preenchia.
Mas apenas sinto música.
A casa está menos limpa e arrumada e os trabalhos/estudos são deixados para depois, quando não houver outra alternativa senão fazê-los. Fico horas e horas entretida no meu computador, ligada a uma vida qualquer que não deve ser a minha, conversando com pessoas com quem nunca estou pessoalmente e que de um momento para o outro, podem desaparecer. Esses são os meus momentos felizes.
Penso que me estou a fechar para o mundo. Sempre tive tendência a isso mas desta vez deveria ser diferente... não sei. Parece que nada encaixa naquilo que considero a felicidade ou algo que se assemelhe a isso. Precisava de sentir que o meu trabalho, os meus amigos, os meus sonhos, algo me preenchia.
Mas apenas sinto música.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Alucinação
Doce alucinação é a ida
Para o desconhecido, com destino
Conhecido e não planeado.
Com o tempo, ao despique, bem contado
O culminar de uma vida
Na hora singela da despedida.
Para o desconhecido, com destino
Conhecido e não planeado.
Com o tempo, ao despique, bem contado
O culminar de uma vida
Na hora singela da despedida.
Doce viagem na mente de quem ama
E está preso ao chão.
Mover-se, na solidão, como se pesasse
Mais que o peso deste mundo e do outro.
Esperando por um fogo que se ergue,
Em chama, queimando, ardendo
Cá dentro como quem beija
E mais deseja, a vida.
E está preso ao chão.
Mover-se, na solidão, como se pesasse
Mais que o peso deste mundo e do outro.
Esperando por um fogo que se ergue,
Em chama, queimando, ardendo
Cá dentro como quem beija
E mais deseja, a vida.
Doce ar que ainda respira
Mas que já não é gente.
Mas que já não é gente.
Ana M.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Viagens no tempo
E se nas nossas viagens ao passado percebermos que parte de nós ficou em cada conversa e cada olhar? Tudo o que ficou lá, nesse tempo que agora são memórias... Tenho medo de ter perdido demasiado e que não me consiga voltar a encontrar.
Seguimos em frente, é isso.
Seguimos em frente, é isso.
sábado, 15 de março de 2014
Se me queres assim eu vou
Preciso de saber. Precisava de saber sem que mo dissesses, mas a tua indiferença torna tudo tão mais difícil!
Só queria compreender o que pensas e não dizes, porque te afastas ou porque não queres saber de mim.
Se me achas bonita ou feia ou simpática ou antipática ou divertida ou aborrecida.
Se queres estar comigo ou se o tempo que estivemos juntos não significou nada para ti.
Sim, preciso de saber tudo para não ficar nesta confusão de palavras antagónicas e de sentimentos antagónicos que teimam em não me sair da cabeça. Como aquelas mesmas músicas que canto uma e outra vez sem cessar.
Algum dia isto há-de passar, espero. Por hoje, só quero o conforto de quem tu és.
Só queria compreender o que pensas e não dizes, porque te afastas ou porque não queres saber de mim.
Se me achas bonita ou feia ou simpática ou antipática ou divertida ou aborrecida.
Se queres estar comigo ou se o tempo que estivemos juntos não significou nada para ti.
Sim, preciso de saber tudo para não ficar nesta confusão de palavras antagónicas e de sentimentos antagónicos que teimam em não me sair da cabeça. Como aquelas mesmas músicas que canto uma e outra vez sem cessar.
Algum dia isto há-de passar, espero. Por hoje, só quero o conforto de quem tu és.
segunda-feira, 10 de março de 2014
Festival da Canção 2014
Desde cedo que acompanho sempre o Festival da Canção pela televisão mas este ano tive a possibilidade de ir assistir ao vivo, no Convento do Beato! Digo que foi uma óptima experiência poder partilhar o meu gosto pela música e por este evento com outras pessoas e ver a magia acontecer mais de perto...
Tenho pena de não poder ir à final mas já foi verdadeiramente inesquecível.
Obrigada João Diogo, por teres tornado isto possível e pela companhia!
Subscrever:
Mensagens (Atom)

